Quem é Heinz Budweg 

 

                          "Ao eternamente sublime, verdadeiro e belo"

                                    Luzes e Sombras

                                                          Autocrítica de Heinz Budweg sobre sua obra

 

A vida oscila entre dois extremos: Luzes e Sombras; entre o Bem e o Mal; entre o Masculino e o Feminino, enfim.

 

Estes pólos aparentemente tão antagônicos estão inseparavelmente unidos, pois alcançam sua plenitude somente quando se manifestam como unidade. E esta unidade se torna ainda mais aparente, quanto mais fortes expressam-se seus componentes.

 

A base de toda forma pictórica é a complementação de Luzes e Sombras, a fusão de cores vibrantes e nuances discretas, a coordenação de traços arrojados e superfícies plenas, em equilíbrio estético.

 

Quando estes ingredientes são observados pelo artista, ele está indubitavelmente à procura do “transcendente”, seguindo o caminho da eterna busca do ser humano pela harmonia universal.

 

Toda pintura ou qualquer forma de arte concebida dentro deste conceito, persegue a mensagem do “Eternamente Sublime, Verdadeiro e Belo”, tentando reproduzir o ritmo cósmico da dança de Luzes e Sombras.

 

Esta filosofia é a que rege toda a minha obra.

                     Quatro décadas dedicadas à arte e cultura brasileiras

Heinz Budweg nasceu em Berlim/Alemanha, em plena Segunda Guerra Mundial. Aos 13 anos, chegou ao Brasil, fixando-se em São Paulo. Ao longo de sua carreira, ganhou inúmeros prêmios e expôs suas obras em vários países, como: Áustria, Itália, Alemanha, Suíça e Estados Unidos.

O resumo da vida de Heinz Budweg pode ser descrito como “quatro décadas dedicadas à arte e cultura brasileiras”. Na década de 60, iniciou suas viagens pelo interior do nosso país, percorrendo centenas de cidades e povoados a bordo de um ateliê móvel (adaptado em uma perua Kombi).

Desde pequeno, Budweg é fascinado pela cultura e costumes dos povos indígenas das Américas, temática recorrente em seu trabalho. Em 1976, a convite da Funai (Fundação Nacional do Índio), retratou os caciques das principais tribos que habitam o Brasil. Quatro anos depois foi distinguido com a "Ordem Marechal Rondon" da SGB - Sociedade Geográfica Brasileira - pela dedicação à cultura brasileira.

Por ocasião dos 150 anos de independência do Brasil, executou um mural comemorativo (de 3,20 x 13,80mts), no saguão de entrada do prédio da administração metropolitana da ACM (Associação Cristã de Moços), em São Paulo. Esta obra foi tombada pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em 1974 ganha o “Prêmio Jabuti” de melhor ilustrador para literatura infantil, pela série de 24 lendas brasileiras publicadas em co-produção com o MEC (Ministério de Educação e Cultura) e a editora Melhoramentos de São Paulo/SP.

Em 1983, o artista assumiu a superintendência do Staden Institut e Fundação Martius, instituições teuto-brasileiras que visam impulsionar o intercâmbio Brasil/Alemanha. Três anos depois, foi convidado para pintar vários murais no Berliner Völkerkundemuseum-Dalem (Museu Etnológico de Berlim), por ocasião da exposição comemorativa do descobrimento das tribos do Alto Xingu, por Karl von den Steinen, então diretor daquele museu.

 

No mesmo período é admitido como membro do IHGSP (Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo), onde ocupou o cargo de Diretor de Arquivo e Museu José Bonifácio, na gestão da diretoria 2001/2003.

Na década de 90, cria o Projeto Tapajós, que tem por objetivo provar contatos transoceânicos entre o Velho e o Novo Mundo muito antes do descobrimento, com a participação de pesquisadores do Brasil e do mundo. A primeira expedição do projeto se deu em 1998, Na ocasião, foram registrados 18 sítios arqueológicos, destacando-se o “Santuário da Pedra Preta” - um gigantesco bloco de granito em plena selva amazônica, coberto por centenas de petroglifos, cuja provável datação é de mais de

6.000 a.C. Por conta desta descoberta, Heinz Budweg recebeu a Medalha

  1. Pedro I da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.

No mesmo período, as redes de televisão ZDF (Alemanha) e ARTE (Francesa) produziram o documentário “Das Phantom der Diamantenberge” (O Fantasma da Chapada Diamantina), o qual foi exibido pelo Discovery Channel, mostrando algumas descobertas arqueológicas feitas por Heinz Budweg.

Em 1999, o artista plástico foi eleito membro da diretoria da Associação Paulista de Belas Artes (APBA), da qual ocupou o cargo de presidente e vice-presidente. Em 2004, Heinz foi eleito Personalidade do Ano pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.

Em 2007, Heinz Budweg foi eleito membro da nova diretoria do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP).

Atualmente, Budweg vem desenvolvendo intensas atividades artísticas e de pesquisa no Brasil e na Europa, tendo como tema principal, sempre, assuntos nitidamente brasileiros.

www.heinzbudweg.com.br

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